Sim, é um nome estranho. 

E o que fazemos também não é comum.

Viking Pirata Ninja & Co. é um estúdio colaborativo especializado em estratégia, identidade e ativação, orientado para reinventar e revelar o potencial de territórios, organizações e comunidades.

Com a audácia de um viking, a irreverência de um pirata e a precisão de um ninja, aplicamos pequenos movimentos que, com sabedoria, rigor e um toque quase invisível, ajudam-no a atravessar águas desafiantes e a descobrir tesouros que talvez ainda nem saiba que existem na sua própria terra.

Mínimo investimento, máximo efeito.

Sem ruído, sem ego, sem protagonismo, a transformação será colaborativa, feita lado a lado com quem decide avançar. Porque não conquistamos por ninguém; conquistamos com.

E depois, em boa companhia,  fazemos a festa.

Processo

A Jornada


Impulsionados pelo vento e pela sede de futuro, Viking Pirata Ninja e Co. partem nos seus caminhos rumo ao desconhecido. Enfrentam mares revoltos, céus incertos e o peso da distância, guiados apenas pela coragem e pela promessa de novas possibilidades no horizonte.

A Fundação


Ao pisarem solo firme, começam a erguer mais do que abrigos,  constroem esperança. Entre madeiras talhadas e lareiras acesas, nascem comunidades, moldadas pelo trabalho árduo, pela união e pela adaptação às identidades recém-descobertas.

A Conquista


Com o passar das estações, a pequena povoação fortalece-se. A terra é cultivada, as rotas são traçadas e os desafios superados. Não é apenas uma conquista de território, mas a afirmação de um legado que perdurará para além desta geração.

O Capitão

O nosso capitão não vem do mundo tradicional da consultoria.

O seu percurso é moldado pelo cinema, televisão, publicidade, música, fotografia, arte e storytelling, não por uma carreira linear, mas por muitos territórios criativos vividos com intensidade.
Entrevistou, escreveu, editou, realizou, tocou, viajou, construiu, desenhou, improvisou, sempre com o coração inteiro.

Criou revistas.
Tocou música em palcos grandes e pequenos.

"Simpatizou" empresas e locais.

Fotografou o invisível.

Escreveu sobre pessoas que não esperavam ser lembradas.
E nunca teve medo de se sentar em silêncio, observar e esperar que a verdadeira história se revelasse.